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Orquestra de Sopros – CMAD

A Orquestra de Sopros do CMAD – Conservatório de Música e Artes do Dão apresenta-se:

– 05 de março | 21h00 | Centro Cultural de Tábua

– 06 de março | 17h30 | Centro Cultural de Carregal do Sal

– 18 de março | 21h00 | ACERT (Tondela)

O Concerto insere-se na programação do 14.º Festival de Música e Artes do Dão.

SINOPSE:

A Orquestra de Sopros é uma das Classes de Conjunto mais representativas do projeto educativo do CMAD e da nossa região.

Formada por mais de 60 elementos e com uma média de idades que ronda os 13 anos de idade, esta jovem orquestra tem desenvolvido a sua atividade com concertos variados, desde a prática de um repertório específico de compositores de referência nacionais e internacionais, até projetos temáticos que passam por diversos géneros musicais.

Este ano letivo, a orquestra desafiou-se a olhar para o grande ecrã e apresentar em palco algumas das bandas sonoras que preenchem o imaginário de alunos e professores.


O CONCERTO


A magia Disney pela Orquestra de Sopros do CMAD

Março foi um mês pródigo para os jovens músicos da Orquestra de Sopros do Conservatório de Música e Artes do Dão (CMAD). Tábua, Carregal do Sal e Tondela constituíram os três destinos desta formação, cuja média de idades ronda tão somente os 13 anos. Foram três destinos e três casas quase cheias, às quais se associaram longos minutos de aplausos de um público próximo e recetivo a experiências culturais de qualidade.

Durante os espetáculos, o convite foi para (re)viver o imaginário Disney, para levar o pensamento até uma outra época (ou outra idade) e permitir que as emoções se instalassem.

Como pano de fundo, imagens de clássicos dos anos 90, do histórico estúdio de animação, foram enriquecidas com a interpretação dos temas das bandas sonoras – como uma espécie de lembrete para a ligação emocional comum a estes filmes intergeracionais.

Com um número de músicos que (devido à pandemia) oscilou nos três concertos, a Orquestra que – em situações regulares – enquadra 60 intérpretes, foi regida pelo maestro Diogo Tavares e pela maestrina Ana Catarina Matos.

Nas três salas de espectáculos, coube a Cláudia Matos apresentar esta formação, que tem desenvolvido a sua atividade em diversas vertentes – desde a prática de um reportório específico de compositores de referência nacionais e internacionais, até projetos temáticos que passam por géneros musicais distintos.

Mário Cruz falou ao público da experiência formativa, expressando o orgulho neste novo projeto e, sobretudo, no percurso construído e tantas vezes reconstruído pelos estudantes (e famílias) docentes, técnicos e parceiros (Municípios e Agrupamentos de Escolas) em plena pandemia.

Ainda sobre tempos difíceis, Mário Cruz sublinhou, a propósito do conflito na Ucrânia, que “é um privilégio estarmos a fazer música, enquanto outros já nem sequer têm um lar!”.

Às vítimas desta guerra, os jovens músicos do CMAD dedicaram o último tema, numa manifestação comum de repúdio pela desumanidade e violência perpetrada contra este povo. Pela paz!

O Festival de Música e Artes do Dão (FMAD) prossegue já este sábado, 26 de março com um evento, que – apesar do tema “Aqui está-se sossegado!” – nos deixa cheios de ansiedade, na certeza de uma noite memorável e histórica com Camané e Mário Laginha. Mal podemos esperar…

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